terça-feira, 24 de agosto de 2010



Em setembro á convite de Arlan, nosso amigo de viagem, iremos fazer uam apresentação especial do Espetáculo Triiim em Paraipaba, dentro dos festejos do III ENCONTRO DA CULTURA PARAIPABENSE.
Em breve colocaremos fotos do evento aqui.

domingo, 25 de julho de 2010



Nem tão novos assim. A Carol sempre acompanhou o grupo e o Marciano só fez uma apresentação que foi em Cariré.
Agora eles estão para somar, a Carol na Assessoria e o Marciano na Sonoplastia.
Sejam bem vindos!!!
obaaaa


Com o tema "A importância dos Festivais de Esquetes", o VII Fecta abriu, hoje, às 9:30h, no Auditório do Sebrae, o 1º Encontro de Realizadores de Festivais Esquetes e Grupos de Teatro. O objetivo do encontro é reunir os realizadores deste tipo de festival, para debater e estimular idéias que impulsionem a cadeia produtiva do teatro. A abertura do evento contou com uma mini-apresentação do Espetáculo Triim, do Grupo Barafustar de Teatro. (FOTO ACIMA). A representante da Cia. Acontece, Raissa Forte, fez o Cerimonial de Abertura do Encontro.


A mesa dos Debates foi composta pelo diretor da Cia Acontece - Almeida Jr., tendo como convidados, Lugg Alves e Flávio Alves - realizadores da Mostra Cabense de Esquetes e Poesias Encenadas/PE; Ivilmar Gonçalves - representante do Festival de Cenas Curtas do Teatro Sergipano/SE; Glaylton Bezerra - representando o Festival Bilu Bila/CE e, como mediador, o arte-educador, diretor e dramaturgo Fernando Lira.
Fernando Lira numa de suas colocações, avaliou a importância dos Festivais de Esquetes, como uma oportunidade que muitos grupos têm de mostrarem seus trabalhos e experimentos; ressaltou a função do festival como incentivo à criação e a possibilidade de formação de platéia por um público que não é o de teatro e, sugeriu a criação de um Festival de Esquetes de Artes Cênicas, que não fosse voltado apenas para o segmento Teatro.

No encerramento dos debates, foi sugerido a criação de uma rede de realizadores de festivais, objetivando a interação, a troca de experiências e uma parceria entre os idealizadores de Festivais de Esquetes da região Nordeste, com vistas a uma provável extensão para as outras regiões do país.

fonte: www.fectacta.blogspot.com

sábado, 24 de julho de 2010



É a mais pura verdade, essa será a última temporada do Triiim. Vou entrar em processo de montagem de outro espetáculo.
Por isso não deixem de ir.
O Nery arrasou no blog e no cartaz. Que garoto talentoso meu Deus!

segunda-feira, 21 de junho de 2010


FOTO TIRADA PELA REGIANE DAHORA QUE FOI CONFERIR O ESPETÁCULO NO SESC EMILIANO QUEIROZ!

quarta-feira, 9 de junho de 2010




Esse espaço é maravilhoso. Toda última sexta-feira do mês é realizado esse Sarau no Centro de Artes Christus.
A Nazaré é a anfitriã, sempre muito prestativa e simpática ela nos deixa muito á vontade.
Esse espaço é direcionado para as pessoas que querem mostrar seus trabalhos artisticos dentro do tempo de 20 minutos estourando meia hora.
O Triiim sempre foi muito bem recebido e aplaudido nesse espaço que é aberto ao público. Sem deixar de comentar da arborização e da ambientação.

Quem quiser mostrar seu trabalho é só ligar para o Christus da Barão de Studart. Peguem no Google (rsrsrs)

quarta-feira, 2 de junho de 2010


Foi realizada nessa quarta-feira (02) ás 09:30 no Teatro Universitário a mesa redonda sobre a Comunicação para o Teatro em Fortaleza. O encontro foi realizado pelos estudantes de publicidade da UFC e contou com a participação de Magela Lima do jornal O Povo, Herê Aquino do Grupo Expressões Humanas, Ivina do SESC Emiliano queiroz e Rodrigo da Tembiú.
O encontro foi muito interessante e produtivo. A iniciativa deveria se repertir com mais frequência para incentivar os estudante de publicidade e jornalismo a participarem na divulgação de peças e grupos teatrais.
Parabéns pela iniciativa!

Nosso primeiro apoio dessa temporada de junho.
Esperamos sempre contar com a Tembiú.
Obrigada Rodrigo!!!

Visitem o site: www.tembiu.pro.br


Vá ao teatro!
Tércia Montenegro
02 Jun 2010 - 03h40min

Ainda me espanto com o susto de alguns colegas quando constatam minha assídua frequência ao teatro – apesar de eu não ser alguém “da área”. Ora, mas não parece lógico que o teatro, como toda arte, deva atingir o público em geral? Claro que os próprios artistas devem acompanhar os processos de seus pares, com objetivo de estudo, crítica ou apoio. Mas é a grande plateia, leiga e distante das técnicas, que costuma ser o principal alvo das empreitadas estéticas. Assim, não deveria ser motivo de choque o fato de se ver um ou dois espetáculos por semana. Se uma pessoa vê idêntica quantidade de filmes no mesmo período – não sendo “da área” do cinema – não costuma ser encarada com estranheza... Por que, então, com o teatro o julgamento seria diferente?

Penso que um dos motivos ainda é o preconceito que se tem com as produções da terra. Afinal, não sobra cadeira vaga, quando uma sala traz atores globais – da mesma forma que os filmes hollywoodianos sempre são lotados. E o pior do preconceito é a prática que ele carrega, do “não vi e não gostei”: inibe-se qualquer chance de simpatia ou fruição pelo simples boicote que as verdades estabelecidas exercem.

Na contramão desse pensamento, afirmo que as piores peças que já vi foram exatamente aquelas que traziam atores consagrados na telinha. Certa vez, inclusive, à saída de um desastre dramatúrgico aplaudido de pé por quase todos (devido à famosa atriz), não me contive e comentei com a pessoa que me acompanhava: “Nossa! Foi péssimo!” Nunca esquecerei a expressão de uma moça que passava ao lado e me ouviu. Se ela tivesse encontrado na fila um E.T., seu medo não seria maior.

Para quem teve o seu primeiro alumbramento teatral vendo Flor de obsessão, com um visceral Ricardo Guilherme, o caminho tem de ser outro. Não dá para se contentar com fórmulas ou estereótipos – ainda mais quando o teatro cearense tem tanto para oferecer, em matéria de criatividade e poética. Sinto orgulho de ser contemporânea de artistas maravilhosos e poder vê-los no tempo real e vivo que o teatro eterniza na mente de quem lá esteve – e viu.

Acompanhar o repertório do grupo Bagaceira, as peças do Cabauêba ou da Comédia Cearense; ver os trabalhos do Silvero Pereira, as ótimas propostas do Carri, ou conferir em cena os roteiros do Lira... tudo isso me dá uma satisfação incomparável, e não é por bairrismo. Basta comparar a nossa qualidade teatral com alguns duvidosos espetáculos que vêm para cá, dos eixos mais festejados... Normalmente ganhamos!

Peças delicadas como O cantil, Revoar, Encantrago ou Tudo o que eu queria te dizer convivem numa cena que traz também a ousada maturidade de Abajur lilás e Rãmlet Soul, por exemplo. Mas é óbvio que aqui não conseguiria citar todos os espetáculos incríveis que já vi no teatro cearense. Tenho somente o impulso de celebrar: a cada vez que saio de um teatro com as mãos ardidas de um aplauso sincero, sinto-me feliz. E para que não digam que sou hostil ao que vem de fora, lembro minha sensação quando o Ceará recebeu Os Sertões, do Oficina, e quando, em 2009, Eugenio Barba veio ao Theatro José de Alencar. Sinto-me abençoada. É a arte que vence, apesar de tudo. Mas quem vence, acima de todos, somos nós – o público.

Tércia Montenegro - Escritora, fotógrafa e professora da Universidade Federal do Ceará
literatercia3@gmail.com

sexta-feira, 28 de maio de 2010


Babytina, que já faz parte do grupo desde o inicio, está de volta depois de um afastamento temporário por motivos de indiciplina. Além da maquiagem ela se arriscará na sonoplastia.
Seja bem vinda e comporte-se!



Na quinta dia 20/05 o grupo foi gravar a cena em que Tânia conhece Gevaldo na casa de show. Chegamos lá sem ter elenco fixo apenas eu, que era mesmo que nada se não tivesse a Lúcia e o Gevaldo. Chamados quase mil pessoas e só recebíamos NÃO! Quando a Fabiana que estava na produção chegava nos gatinhos e dizia que a cena era comigo aí é que eles não aceitavam mesmo. Bando de grosso!
Para nossa salvação apareceu uma menina que tinha estudado com minha irmã mais velha e um colega, na hora eles toparam sem frescura e arrasaram na cena. Paulo Leandro e Gerlane Alves o que fizeram não tem preço! Muito obrigada!
Marcos Weidson tb arrasou na gravação.
Nossa entrada foi liberada por um dos donos da casa que se mostrou interessado na proposta de filmagem mas não no grupo, a pesar da nossa ânsia de um patrocínio. Pena que não rolou nada só as entradas mas fica aqui nossos agradecimentos e a esperança de um belíssimo patrocínio.

Diario do nordeste
Caderno 3
28/05/2010

TEATRO NA RUA

A violência em cena

Atores da peça Rãmlet Soul, encenada esta semana no TJA e nas proximidades do espaço, denunciam ter sido agredidos por policiais durante o espetáculo

No movimento da praça, ao cair da noite, a realidade invade a cena. Defendendo a proposta de estender à praça o espaço cênico habitualmente contido entre as paredes do teatro, procurando instigar novas leituras quanto a ambos os cenários, atores denunciam ter sido confrontados com a (dura) verdade das ruas. Teriam experimentado a mesma realidade com que tantas vezes os moradores da metrópole têm de lidar no dia-a-dia: incompreensão, truculência e abuso de autoridade por parte de policiais. De insultos e manifestações de preconceito a ameaças e agressões.

A denúncia é do grupo de dramaturgos e atores responsáveis pela peça "Rãmlet Soul", reconhecida em premiações promovidas pela Prefeitura de Fortaleza e pela Fundação Nacional das Artes. Segundo os artistas, na última terça-feira a praça José de Alencar, onde ao longo da atual temporada a primeira parte do espetáculo foi encenada, transformou-se em palco de agressões de policiais contra atores. "Foi uma cena horrível de espancamento de atores em plena praça José de Alencar, sob conivência e estímulo de policiais militares", afirma Rodrigo Oliveira, da produtora Tembiú.

Segundo o diretor do espetáculo, Thiago Arrais, em depoimento encaminhado ao Caderno 3, os artistas sofreram violência física e verbal, durante a apresentação de terça, na praça. "Os atores Junior Barreira, Saymon Moraes e Sol Mouffer foram agredidos e o ator George Alexandre e o músico Saulo Raphael, ameaçados", afirma Arrais. "Inicialmente, os PMs abordaram os atores de modo truculento, abusivo e confrontador, alegando que não podiam estar na rua, interpretando seus papéis de michês, apenas de toalha, o que configuraria ´atentado ao pudor´", conta o dramaturgo, ressaltando que nas apresentações anteriores no próprio entorno do Theatro José de Alencar e no Mocó Estúdio, na Praia de Iracema, nenhum problema do tipo foi registrado.

Agressão

"Os policiais exigiram que os atores se retirassem da praça, onde a peça iniciava a penúltima apresentação desta temporada. Os atores reivindicaram por seu direito de trabalho em espaço público. Os PMs, cada vez mais agressivos, insistiram que aquilo não era trabalho, mas sim ´sem-vergonhice´", acrescenta Arrais, informando ter registro em vídeo, a ser disponibilizado na Internet, de policiais "aglomerando transeuntes da praça em torno dos atores, em mobilização contra o elenco".

"Armados de porretes e de facas, os agressores aplicaram socos, tapas e pontapés nos atores Junior Barreira e Saymon Morais. Dois outros atores da peça, Yasmin Elica e Jhon Jonas, presenciaram o momento em que o policial instigou tal agressão. A atriz da peça, Sol Mouffer, também próxima da confusão, em cena que carrega uma pedra na mão, foi agarrada pelo braço por um dos policiais", afirma Thiago, citando que o ator Junior Barreira, ao ter solicitado proteção a um policial, teria ouvido como resposta: "Defender você? Não estou aqui pra lhe defender. Isto que você faz é uma baitolagem. Você mereceu".

Falando ao Caderno 3, Arrais destacou a reação que teria sido despertada nos policiais pelos atores que interpretavam michês. Porém, segundo o diretor, estavam claros os limites entre interpretação e realidade.

"Havia um incômodo de ordem moral, algo nesse sentido, porque os autores estavam de toalha, numa postura de deboche típica do papel que estavam cumprindo ali, aquela coisa do michê, na rua...", ressalta. "Mas aqueles policiais que agrediram já acompanhavam a temporada, já sabiam o que se passava na peça. Estava muito claro que aquilo ali era teatro".

Incentivo a ameaças

Para garantir a apresentação da peça na quarta-feira, último dia da temporada, a direção do TJA solicitou reforço policial. A medida foi tomada em decorrência de ameaças contra os atores, feitas também por pessoas que frequentam a praça e que teriam, segundo o elenco, sido incentivadas pelos policiais militares a agir com agressividade contra os artistas.

"A apresentação de quarta aconteceu sem maiores transtornos", reconhece o diretor. "Mas de uma forma estranha, com a polícia ali fazendo a escolta. Uma situação estranha, para uma peça que ao longo da temporada só fez contribuir para que muita gente da praça visitasse o teatro pela primeira vez".

DALWTON MOURA
REPÓRTER

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Artigo
O diálogo com o teatro

Fátima Mesquita
Secretária de Cultura de Fortaleza
27 Mai 2010 - 04h37min

A relação da Prefeitura de Fortaleza com o movimento teatral, desde o início da gestão Luizianne Lins, é pautada pelo diálogo aberto e permanente. Temos uma agenda diária de interlocução com todo o campo cultural da cidade e com suas entidades representativas. A democracia que praticamos tem a marca da participação popular.

Assim, estamos construindo uma política pública para o teatro, pautada nas demandas da classe apresentadas ao longo de 2009 e 2010. É dessa forma que o 6º Festival de Teatro de Fortaleza (FTF) vai ocorrer de 6 a 14/8, com duas mostras não competitivas com grupos locais e nacionais. É assim também que a Prefeitura vai lançar o Edital de Teatro 2010, que apoiará a realização teatral com R$ 330 mil. Em anos anteriores, já realizamos duas edições dos editais de teatro e duas edições do FTF, totalizando um investimento de R$ 1.155.000.

Outras importantes ações na área formativa são o projeto de formação e intercâmbio entre grupos de teatro de Fortaleza, que aposta nas residências como experiências de trocas estética, conceitual e prática; e o curso de extensão "Teatro e Pensamento`` que democratizará o acesso a uma formação de alto nível.

A Prefeitura também está empenhada na captação de recursos para a instalação de um teatro municipal no prédio histórico do Teatro São José, bem tombado pelo Município e de importante valor afetivo e histórico para a cidade. O Teatro São José foi desapropriado, será restaurado e devolvido à população como um espaço destinado aos espetáculos e à formação em artes cênicas. O objetivo é preservar a edificação, favorecendo a requalificação do corredor cultural que liga a Praia de Iracema ao Centro. O projeto contará com a parceria do Governo do Estado.

Tudo isso é resultado concreto das solicitações da classe teatral, com a qual a buscamos estabelecer uma estratégia de construção coletiva. A nossa expectativa é de que essas ações tomem corpo no Plano Municipal de Cultura como uma política pública para o teatro.
Artigo
"Luizianne, vá ao teatro!"

Magela Lima
24 Mai 2010 - 01h08min


Quem costuma frequentar o breve e aguerrido circuito teatral da cidade tem visto o teatro engrossar o discurso em relação à gestão cultural do governo Luizianne Lins. Briga boa, inteligente. A ideia é provocativa: na plateia, a produção dos espetáculos deixa sempre uma cadeira vaga, identificada pelo nome da prefeita; durante a apresentação, a cena é interrompida e os artistas, do palco, perguntam por Luizianne. Ausência certa e recorrente, a manifestação tem chamado atenção, sobretudo pelo desprendimento do segmento teatral em sair da inércia.

Sim, é fato: a Prefeitura de Fortaleza, há muito, não sinaliza com nenhuma ação significativa para o desenvolvimento do teatro local. Os editais de fomento sumiram do calendário da Secretaria de Cultura; o Festival de Teatro é sistematicamente ignorado, embora regido por uma lei, enquanto o projeto de criação de um Teatro Municipal se resume na desapropriação equivocada do Teatro São José, um procedimento que nem mesmo os antigos proprietários sabem explicar como se deu.

Apesar do cenário nada favorável, o teatro foi condescendente demais com Luizianne Lins. Talvez, por dar um voto de confiança não a ela, mas, sim, aos artistas de teatro que cavaram espaço em sua gestão: gente como Karlo Kardozo, José Alves Neto e Fernando Piancó. Enquanto o teatro deixava a banda passar, outras linguagens driblaram a morosidade do governo e contabilizaram ganhos: o audiovisual tem sua escola, onde toca vários projetos; e a dança também fortaleceu a formação, inclusive promovendo cursos na rede pública de ensino, por exemplo.

Infelizmente, a gestão cultural aqui só funciona à base do grito. Como o teatro ficou calado, praticamente não colheu louros desde a chegada da Loura na Prefeitura. Como diz o ditado, antes tarde do que nunca. Definitivamente, não dá para ficar esperando pelo poder público. É no enfrentamento que se avança, mesmo quando os resultados não são imediatos. Ah, por que não começar a registrar outras ausências de nossos representantes? Alguém tem visto Cid Gomes em alguma plateia por aí?

Magela Lima escreve semanalmente neste espaço

MAGELA LIMA
Editor-assistente do Núcleo de Cultura e Entretenimento do O POVO



Luizianne, vá ao teatro!



* Vá ao teatro para ver um movimento atuante com dezenas de companhias teatrais engajadas, em movimento pela cidade buscando uma arte pública, estruturada, seu reconhecimento de bem social, atividade produtiva que merece respeito e dignidade justos ao seu trabalho e sua importância;

* Vá porque esse mesmo teatro tem sido vítima de um descaso imperdoável, inadmissível para uma gestão que teve no discurso cultural um de seus fortes pilares, mas que encerrou 2009 sem uma ÚNICA ação para a área teatral, descumprindo mesmo as que estavam previstas em lei;

* Vá ao teatro para honrar o compromisso de sua prefeitura (SECULTFOR e Gabinete de Políticas Públicas) selado com a classe teatral, há quase dois meses, de que seria recebida por você para discussão de questões que são de largo interesse social - e que seguem em silêncio. Encontro que vem sendo sistematicamente protelado, em gesto de total desrespeito com uma classe trabalhadora e com o verdadeiro significado de políticas públicas;

* Vá ao teatro, Luizianne, pois o teatro, com toda a força de sua condição e de sua presença, irá até você.

Movimento Todo Teatro É Político.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

segunda-feira, 22 de março de 2010

Elson(agachado) e Danilo(em pé) entraram em fevereiro desse ano no grupo através do curso de sonoplastia que teve no Cuca Che Guevara ano passado, no caso eles são da primeira turma.
Coordenados pelo professor Adoaldo (gente fina), eles estão também treinando para monitoria da próxima turma de sonoplastia.
Até agora eles já passaram por Assaré e até o termino do contrato eles visitarão outras cidades pelo Ceará. Além da sonoplastia eles tem um projeto de uma oficina de fotografia e gravam cenas com os moradores e mestres da cultura desses municípios visitados.

quarta-feira, 17 de março de 2010






De montagem para a paixão de Cristo, o grupo de teatro de Cariré está a todo vapor.
Em Dezembro nosso grupo esteve por lá com a Oficina Interpretações (ver edições anteriores do blog) e conseguimos ter uma noção do que viria após a formação desse grupo. Com o apoio de Cris, nossa amiga carirense que fizemos lá, ela nos atualiza de tudo o que acontece com a montagem e os projetos do grupo.
Ficamos muitos felizes com essa iniciativa de formação do grupo e desejamos muito sucesso na carreira de todos.
PARABÉNS!!!

sábado, 6 de março de 2010





O público começou pequeno e já no finalzinho foi chegando uma escola, ficando então um público bem bacana. Na plateia tinha duas moças que não paravam de rir e ficaram bem atentas ao espetáculo. O público adorou a apresentação pena que a escola não viu desde o inicio. Filipe tava presente e adorou.
Ao final do espetáculo eles fizeram algumas perguntas sobre o processo de montagem e o grupo.
Adorei o espaço que será inaugurado dia 05/03 na verdade eu que inaugurei mas a abertura oficial será na sexta. Muito bom mesmo o espaço, se todos os municipios tivessem um espaçço assim seria ótimo.


Rapaz, esses meninos não se aquetavam. Era um ribuliço tão grande quase que eu não consigo dar essa oficina. Mas dava pra perceber que alguns estavam bastante interessados pena que o tempo foi pouco, também se tivesse que ficar até mais tarde com esses meninos eu ficaria maluquinha.
A Vanessa (professora) foi super gente boa. O mais impressionante são os projetos e trabalhos realizados pelas escolas de Assaré, lá eles trabalham com as obras de Patativa, cordéis, instrumentos musicais, teatro enfim, a cultura faz parte da vida deles a partir da escola.

sexta-feira, 5 de março de 2010


Alguns dos participantes da oficina fazem parte do PETI então resolvi mostrar um pouco desse trabalho:



Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI (Transferência de renda às famílias com situação de trabalho infantil e oferta do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos às crianças e adolescentes retiradas do trabalho). O PETI é um dos programas do Governo Federal que articula um conjunto de ações visando retirar crianças e adolescentes com idade inferior a 16 anos da prática do trabalho precoce, exceto na condição de aprendiz a partir de 14 anos.

OBJETIVOS
• Reconhecimento da Criança e do Adolescente como sujeito de direito e pessoa em condição peculiar de desenvolvimento;
• Centralidade na família;
• Proteção da Criança e do Adolescente de todas as formas de exploração do trabalho;
• Contribuição para o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, oportunizando o acesso a escola formal, saúde, alimentação, esporte, lazer, cultura, profissionalização, bem como a convivência familiar e comunitária;
• Mobilização e sensibilização quanto à exploração do trabalho infantil;
• Garantia de espaços de participação e controle social da sociedade civil no enfrentamento do trabalho infantil;
• Realização do trabalho envolvendo diferentes segmentos governamentais e não-governamentais no enfrentamento do trabalho infantil, dentre eles as Superintendências Regionais do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, Conselho Municipal dos direitos da Criança e Adolescente, Conselhos Tutelares, Conselho Municipal de Assistência Social, Órgãos responsáveis pelas políticas públicas setoriais e demais instituições de controle dos Sistemas de Garantias de Direito;
• Oferta do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do PETI, conforme previsto na Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, a todas as crianças e adolescentes retirados da situação de trabalho;

PÚBLICO –ALVO O PETI visa a retirada de crianças e adolescente com idade inferior a 16 anos da prática do trabalho precoce, exceto na condição de aprendiz a partir de 14 anos.

Para mais informações:
Telefone: 0800 707 2003
E-mail: protecaosocialespecial@mds.gov.br
Endereço: SEPN 515 Norte - Bloco "B" - 1º andar - CEP: 70770-502 - Brasília/DF

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Nessas viagens com a oficina puder perceber a grande dificuldade que os participantes tem em realizar os exercícios de respiração. É normal que eles não sintam bem fazendo os exercícios, até porque eles não tem o costume, por isso a necessidade de que depois da oficina eles continuem fazendo os exercícios, principalmente os de respiração, pois a maioria deles participam de quadrilhas puxando então o "gôgô" deles.
Pode parecer chato no começo mas o resultado é maravilhoso e a diferença é sentida no dia a dia com certeza o cansaço, a fadiga, falta de ar e todos os outros problemas de respiração que eles tiverem irão acabar.
Então deixem o comodismo de lado e façam os exercícios quando tiverem tempo nem que seja uma vez na semana o importante é não deixar de lado.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Como pude esquecer de colocar a oficina do povo de Campos Sales que são talentosos além da conta. Quando comecei os exercícios de improvisação disse pra mim mesma -O QUE É QUE EU ESTOU FAZENDO AQUI MEU DEUS!
Tinha um rapaz chamado Wilker, pense num caba arretado e sua namorada então nem se fala.
A turma foi pequena mas o aproveitamento foi muito grande e todos no final ganharam certificado, lógico organizado pelo meu querido Rodrigo.
Desejo sorte para todos na quadrilha e se dediquem á encenação.

domingo, 17 de janeiro de 2010



Um público muito educado e simpático. A receptividade foi incrivel eles adoraram o espetáculo e a oficina.
O espaço da apresentação e da oficina foi construido com a gestão anterior, eles tem um festival de teatro que deveria ter um apoio maior para divulgar o trabalho deles. FETAC é o nome do festival existe há dez.
Kelton foi o responsável pela ida do grupo até Acopiara nos recebeu super bem. Vimos o secretário logo na rodoviária ele estava indo para Salvador. Que pena ele não ter visto o espetáculo.

Desculpe o atraso da materia, é que só agora tive tempo de colocar as fotos da estreia do TRIIIM que foi em Horizonte.

A gente foi na semana da criança então o público na maioria era infanto-juvenil.

Cuidaram super bem da gente, o Marquinhos foi pra montar a luz até porque ele já é conhecido por lá. Estreia também do Samu na sonoplastia e da Fabiana na maquiagem, enfim estreia de todos da equipe.

A estreia foi maravilhosa!
Assistam aos comentários da segunda temporada do espetáculo TRIIIM.
Agradeço a todos que participaram desse video.
Em especial Monalisa e Camila que filmaram.


sábado, 16 de janeiro de 2010


No começo foi só pressão e nervosismo como sempre, mas depois que o espetáculo foi anunciado o nervosismo acabou rapidinho.
A plateia foi chegando aos poucos depois ficou esse montão de gente aí como tá na foto.
Foi nesse dia que conheci Nádia e Neuma duas pessoas que irão ajudar muito o grupo.
Fazia um tempão que eu queria apresentar o TRIIIM na minha faculdade, demorou mas deu certo.
A nossa querida Rejane tirou várias fotos maravilhosas como sempre. A mãe e a irmã do Samu foram assistir, enfim american garden em peso.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009


Fiquei impressionada com o talento e a criatividade dos participantes da oficina em Cariré.

O grupo que participou são integrantes da Quadrilha Flor de Mandacaru coordenada pelo puxador Marcelo, responsável pela ida do grupo barafustar para a cidade.

Chegamos em uma época bem movimentada com eventos para os moradores, amigo secreto e confraternizações. A decoração de natal estava maravilhosa deixando o centro da cidade bem iluminado.

A secretária de Cultura Regina foi super simpática e adorou o trabalho desenvolvido pelo grupo.

Que bom missão cumprida!


VÍDEO DA OFICINA:

http://www.youtube.com/watch?v=--FXCXi96Ns

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009













A criançada estava toda animada para começar a oficina. No começo estavam timidas e depois foram se soltando.
Fiquei assustada com o talento de algumas meninas meio que inquietas no começo. São crianças que começam a trabalhar muito cedo para ajudar em casa. Tanto que nos exercícios de teatro do oprimido as cenas apresentadas eram muito semelhantes com o cotidiano delas.
Os emninos também me surpreenderam, as cenas mostradas foram bem realistas.
Pena que foi rápido mas muito proveitoso.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009










O público foi chegando aos poucos. No ensaio achávamos que não viria ninguém, mas com a divulgação do nosso querido Rodrigo a coisa aconteceu. Foi tudo maravilhoso. Quase no finalzinho a secretária de cultura Magnólia assistiu aos últimos minutos da peça. Ao final da apresentação todos se achegaram ao palco para nos parabenizar.
Obrigada Campos Sales!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009


O Governo do Ceará elegeu como um dos projetos estratégicos a criação de infra-estrutura própria de fibras ópticas, com o objetivo de prover acesso por banda larga nas principais cidades do Interior, com cobertura inicial de 82% da população. O projeto Cinturão Digital será viabilizado com recursos do Governo do Estado e verba de emendas da bancada federal do Ceará para o orçamento (LDO) da União de 2008. O projeto tem valor estimado de R$ 47 milhões.

Com o projeto a população terá acesso a serviços digitais, como internet, videoconferência, TV Digital, telefonia celular etc., ferramenta indispensável para o desenvolvimento econômico do Estado.

Um anel de 3.000 Km de fibras ligará as cidades de Fortaleza, Milagres (Cariri), Tauá (sertão dos Inhamuns) e Sobral (região Norte). A partir dessa infra-estrutura, 25 pontos serão conectados por meio de ramificações de fibras. A distribuição do acesso se dará através da tecnologia Wimax, que fornece ligações de até 70 Mbps, em cada município.

Em Fortaleza, o Cinturão Digital se integrará com a rede metropolitana Gigafor, utilizando infra-estrutura do MCT, já existente, permitindo o acesso dos órgãos do Governo com velocidade de até 2 Gbps.

Mais de 80% de população urbana do Estado deve está coberta até o fim de 2009, conectando escolas, órgãos públicos e favorecendo o ambiente de negócios nas empresas.

No Ceará, apenas cinco municípios dispõem de internet numa velocidade média (512kbps). A idéia é de que com o Cinturão Digital o Governo ofereça internet banda larga com a velocidade de 30Mbps, através da fibra óptica.

Mais do que levar internet àqueles que não têm chance de acessá-la, o Projeto busca a inclusão digital e social dos indivíduos que não podem pagar pelo serviço.

O Cinturão Digital do Estado integrará outros projetos do Governo. O e-Jovem, a digitalização da TVC, o incentivo ao desenvolvimento tecnológico, a automatização de postos da Secretaria da Fazenda (Sefaz), o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), do Governo Federal, são exemplos de projetos beneficiados com Cinturão Digital. A iniciativa lança as bases para vários projetos de Educação a Distância, atração de novas empresas de base tecnológica, fornecimento de laboratórios e recursos computacionais para uso da população e muit
os outros.

terça-feira, 3 de novembro de 2009
















Um público muito gentil e simpático, adorei a receptividade.
Assim como quase todo munícipio as crianças começam a trabalhar cedo para ajudar no sustento da família. Geralmente no ramo da agricultura, foi o que percebi.
O acesso á internet é através de lan house ou comprado onde nem todos tem condições. Lá ainda não tem o cinturão digital, projeto do Governo do Ceará.
Apesar da cidade ter um festival com quase vinte anos de fundação não há um teatro, mas com a inicitiva do último governo eles fundaram um espaço bem bacana para apresentações.
Vale a pena levar algo de novo para os grupos de teatro local. Eles são esforçados e interessados.



Veja o video da Oficina Interpretações:

http://www.youtube.com/watch?v=2knsbFR1ofI


 

Copyright 2010 Grupo Barafustar de Teatro.

Theme by WordpressCenter.com.
Blogger Template by Beta Templates.